Lixeira R2D2

Funny gadgets!

Em comemoração ao dia das crianças, segue uma compilação de gadgets estranhos (porém divertidos!!!). Tem pra todos os tipos de “crianças”…

Pros asseados (ie.: com transtorno obsessivo-compulsivo com limpeza), uma saboneteira no formato de nariz (ou “eeeecccaaaaa”, para as mulheres…).

 

Pros que gostam de animais…Pasta de dentes em formato de cachorro e gato.

Para os metidos a cozinheiro…Um separador de clara e gema de ovos em formato de….de….de algo BEM FEIO!

Pros cantores…Uma bucha em formato de microfone!

Para os suicidas…Um adaptador de tomadas pra facilitar sua vida!

Pros que gostam de café…Uma caneca pra lá de descolada.

Os preocupados com segurança…Uma fechadura de labirinto (evite se você chega meio alterado em casa às vezes…)

E, como não podia deixar de ser, pros NERDS…Uma lixeira em formato de R2D2 (ta na minha lista de natal!)

Feliz dia das crianças para todos!

Fonte: Variados
Decision

Tomada de decisões – Six thinking hats

A ferramenta “six thinking hats” (ou “seis chapéus pensantes”, em tradução livre) foi desenvolvida por Edward de Bono em seu livro “6 thinking hats”. A ferramenta te ajuda a olhar pra uma decisão de diferentes pontos de vista, te forçando a sair do seu ponto de vista habitual.
Pessoas otimistas tendem a ver o lado bom em tudo e eventualmente subjugam ou deixam de ver esforço em determinados pontos. Assim como pessimistas podem ser excessivamente defensivos e pessoas mais emocionais têm dificuldade em tomar decisões com calma e racionalmente. Quando você usa os 6 chapéus você tende a analisar as decisões usando diferentes abordagens. Seus pontos de vista serão um mix de ambição, criatividade, habilidade na execução, sensibilidade e um bom plano de contingência.

Como funciona

A utilização das linhas de pensamento pode ser feita em grupo ou num momento de introspecção. Cada chapéu é uma linha de pensamento.

  1. Chapéu branco – Com esse chapéu você foca nos dados disponíveis. Informações que tem em mãos e o que pode aprender dela e procura por buracos em seu conhecimento. É aqui que você analisa o passado e faz projeções futuras.
  2. Chapéu vermelho – “Vestindo” esse chapéu você olha para os problemas usando a intuição e emoção. Também tenta prever como as outras pessoas reagirão.
  3. Chapéu preto – O chapéu pessimista. Com ele você deve olhar todos os aspectos negativos que envolvem decisão e o que talvez não funcione. Essa abordagem é importante porque destaca os pontos fracos do plano. Te permite eliminar, alterar ou trabalhar num plano de contingências às possíveis falhas.
  4. Chapéu amarelo – O chapéu amarelo ajuda você a enxergar as coisas positivamente. Ele te permite enxergar os benefícios trazido com a decisão e o valor agregado.
  5. Chapéu verde – Criatividade. Aqui é onde você pode desenvolver soluções criativas para o problema. É um apanhado de idéias sem restrições ou críticas. Varias ferramentas de criatividade podem te ajudar aqui (vou procurar listar algumas nos próximos posts).
  6. Chapéu azul – o chapéu azul é o controle dos processos. É o chapéu utilizado pelas pessoas que conduzem a linha de pensamento.

Exemplo

Os diretores de uma construtora estão tentando decidir onde eles devem construir um novo prédio comercial. A economia vai bem, o número de espaços vagos está reduzindo drasticamente. Eles decidem usar essa técnica para ajudar na decisão.
Usando o chapéu branco eles analisam os dados que têm: A tendência de valorização de novos imóveis e projeções do governo que mostram um crescimento na procura de imóveis comerciais.
Usando o chapéu vermelho alguns dos diretores acham que a fachada proposta pros prédios é feia e isso pode inibir potenciais clientes.
Quando usando o chapéu preto eles se preocupam que as projeções governamentais talvez estejam erradas.
Com o chapéu amarelo, entretanto, as projeções podem estar corretas e o investimento terá valido muito à pena.
Usando o chapéu verde eles pensam nas possibilidades de mudança da fachada dos prédios e outras possibilidades de investimento do dinheiro.
O chapéu azul é utilizado pelo anfitrião da reunião para direcionar as linhas de pensamento e alternar entre os estilos.
Vale a pena ler o livro de Edward de Bono, “6 thinking hats” para mais detalhes sobre essa técnica.

Fonte: Mindtools
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Você sofre disso?

Quão frequentemente você checa suas redes sociais? Quantos gadgets você tem ao seu redor nesse momento? Quanto tempo desde seu ultimo jogo de vídeogame? Podem parecer perguntas simples, mas você pode ser vítima de vício tecnológico!

De acordo com um estudo publicado na PLoS ONE (Public Library of Science) as pessoas que experimentam algum tipo de vício tecnológico experimentam alterações químicas similares aos vícios em drogas ou álcool.

Dê uma olhada nas coisas que você deve evitar à todo custo:

  • Síndrome da vibração fantasma

Você já sentiu seu celular vibrando apenas para depois descobrir que não tinha nenhuma causa aparente pra isso? Ou sentiu a vibração mesmo quando não estava com ele no bolso (sem ironias, hein!)? Pode ser a chamada “Síndrome da vibração fantasma”.

De acordo com Larry Rosen (escritor do livro iDisorder), 70% das pessoas que admitem fazer “uso pesado” de dispositivos móveis experimentaram tal síndrome. É comum e você consegue se recuperar disso indo à uma clínica de reabilitação (brincadeira, é só ler esse estudo). :-)

  •  Vício em internet

O IAD (da sigla em inglês “Internet addiction disorder”) se refere ao uso compulsório da internet (soa familiar, não?) de tal forma que interfira em sua rotina diária.Estudo comprovam que o vício em internet podem causar os mesmos problemas sociais de vício em baralho, por exemplo.

O uso patológico da internet também pode causar depressão.

  • Vício em redes sociais

Considere uma subdivisão do vício em internet, é provavelmente o vício mais comum hoje em dia. Esse é um vício muito mais difícil de largar do que o vício em bebidas e cigarros segundo esse estudo.

Existe um teste para determinar se você é um viciado em redes sociais de um site norueguês (o Bergen Facebook Addiction Scale). O teste é baseado em seis métricas como o uso do facebook para esquecer os problemas do cotidiano ou tentativas de largar o facebook sem sucesso.

  • Vício em videogames

Esse vício, como o vício em internet, impacta em aspectos sociais da pessoa.

Em julho de 2011, um programador de 20 anos de idade morreu de trombose por ficar muito tempo sentado em frente à um videogame.

E você, se identifica com alguns desses vícios? Sinta-se livre para comentar!

Fonte: http://mashable.com/2012/06/01/tech-addiction/
Decision

Tomada de decisões – Análise do campo de forças

Não, não estamos falando do campo de força de naves estelares de um filme sci-fi. A análise de campos de forças é mais uma ferramenta de tomada de decisões.

Enquanto já falamos dos modelos Vroom-Yetton-Jago (Como modelo de tomada de decisões) e do Princípio de Pareto (Como ferramenta de escolha entre possibilidades), hoje falaremos de mais uma ferramenta utilizada para analisar se vale a pena continuar adiante ou não em uma decisão tomada e ajuda a justificar sua decisão, a análise do campo de forças.

O que é?

Essa ferramenta foi criada por Kurt Lewin em meados dos anos 40 como uma ferramenta de apoio psicológica (sua profissão). Entretanto, hoje em dia essa ferramenta é mais utilizada em negócios para justificar o go/no-go de projetos.

Como utilizar?

Descreva o plano ou proposta em uma folha em branco ou quadro (você pode usar uma planilha fornecida como exemplo do site mind tools) como uma caixa. Liste as forças à favor do lado direito dessa caixa e as forças contra do lado esquerdo. Procure sempre levar em consideração os benefícios trazidos pela mudança proposta, quem apoia, a dificuldade em implementar a mudança sugerida, custos e riscos.

Depois de mapeadas todas as forças, você deve pontuá-las de 1 (fraco) a 5 (forte). Normalmente eu faço uma representação visual das forças para uma melhor demonstração (Quanto mais forte, maior a seta, por exemplo).

Assim você tem seu campo de forças prontos. Você pode utilizar essas informações para:

  • Analisar se vale a pena continuar com essa mudança
  • Analisar quais forças podem melhorar ou serem combatidas para melhorar seu campo de forças. Por exemplo, melhorar o conhecimento interno da equipe aumenta a força oposta “Custo” em + 1 porém diminui a força contrária “Medo de novas tecnologias” em -3.
😉
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Salários da área de TI tem salto em 2013

É um bom momento pra ser desenvolvedor de aplicações móveis.

O guia de salários 2013 foi liberado essa semana pela consultoria Robert Half empresarial e prevê um aumento de 9% para desenvolvedores especializados (colocando o salário entre U$ 90.000,00 e U$ 135.000,00 anuais).

Porém se você trabalha na área de tecnologia mas não conhece nada de aplicações móveis, não se preocupe. As previsões para os salários dessa área são das maiores altas do que em todos os setores estudados.

Fonte:http://www.bizjournals.com/sanjose/blog/2012/10/report-tech-salaries-will-grow-big.html?ana=RSS&s=article_search
Gadgets

O que mais?

Eu estou escrevendo esse post de um café utilizando meu celular. Há apenas alguns anos isso era algo de um futuro longínquo e distante…eu sou do tempo das BBS’s, onde você utilizava seu modem de 9.600 kbps de ultima geração da US Robotics (aliás, por onde anda essa empresa, hein?) pra se conectar numa plataforma de linha de comando e poder utilizar o “chat” pra conversar com meia dúzia de gatos pingados…e eu me sentia um verdadeiro Neo (ie.: Matrix) enquanto fazia isso. Hoje em dia eu pergunto (literalmente!) como está o tempo pro meu celular e ele me traz um relatório detalhado sobre as condições climáticas de um site especializado…tudo isso sem aquele barulhinho chato (porém estranhamente saudosista…) do modem.

Tudo isso me pôs pra pensar: O que podemos melhorar agora que temos a oferta abundante de meios de acesso? Eis algumas sugestões minhas…

– Smartphone, SmartTV, Smartwatch…por que não SmartCar? Recentemente foi lançado um carro que tem um ponto de acesso WI-FI (ele distribui o sinal de uma conexão 3G). Mas eu quero mais que isso…quero que meu carro mande um relatório de análise pra concessionária ao toque de um botão. Quero poder baixar patchs de atualização ou mesmo configurações personalizadas do meu computador de bordo e injeção eletrônica e instalá-los como eu faço com os apps do meu celular. Quero que o capacete da minha moto tenha uma camêra que se ative por um comando de voz e que o mapa do GPS seja projetado no visor (no cantinho, como em um vídeo-game).

– Melhores interfaces: Abaixo mouse, teclado e monitor! Interfaces touch existem pra facilitar nossas vidas, mas queremos mais! Onde estão as interfaces estilo “Minority Report”? Onde estão os holo-bands de “Caprica”? Eu quero enxergar meu workspace em forma de holograma flutuando na minha sala. Quero mais que em um simples chat de texto ou vídeo, quero poder encontrar pessoas “pessoalmente” (ou pelo menos ter essa sensação!)  e quero poder decidir que filme vou assistir vendo cenas dele acontecendo em 3D bem na minha frente, tão perto que eu me sinta participando da cena!

Nota: Eu estava revendo “Blade Runner” recentemente (sim, eu gosto de filmes!). O filme foi gravado em 83 e se passa em 2017. É bizarro ver o Harrison Ford  conversando com uma TV de 14 polegadas instruindo o zoom em uma imagem. “Aumente, 46. Parar. Girar 35”.

:-)

– Informações banais em tempo real. Imagine a seguinte cena: Você vai num happy hour com os amigos…de repente aquela loira estonteante te aborda e fala “Oi Fulano [substitua pelo seu nome], lembra de  mim?” e você balbucia algumas palavras enquanto procura nas entranhas de sua memória algo que te ajude a lembrar dessa deusa (sugestão: finja um mal estar, corra pro banheiro e consulte suas redes sociais!). Imagine um óculos onde você tem uma visão do tipo “Exterminador do futuro”, que identifica pessoas, lugares, rotas e te encha de informações inúteis, porém legais. Quero entrar num restaurante e ouvir sugestões sobre que vinho pedir pra impressionar a garota sem ter que consultar meu celular.

E vocês? Comentem suas idéias.

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Decision

Tomada de decisões – Príncípio de Pareto

Continuando os artigos sobre tomada de decisões, hoje vou falar do princípio de Pareto, que usa a regra 80:20 de priorização.

Imagine a seguinte situação: Você é o mais novo gerente de setor de uma grande empresa. Você chega para seu primeiro dia de trabalho cheio de motivação e novas idéias (implantar aqueles controles que você tanto gosta, regras de gestão, política de feedbacks, tecnicas inovadoras de liderança, etc etc), senta na sua mesa e abre seu e-mail com a intenção de agendar uma reunião para apresentar suas idéias quando de repente….chegam 300 e-mails com problemas que a gestão anterior deixou de “herança” (qualquer semelhança com nosso setor público é mera coincidência! :-) ).

De onde virá o tempo para implementar tudo o que você sonha com essa quantidade de problemas pra resolver?

É ai que entra o príncipio de Pareto. Esse principio sugerido pelo consultor de negócios Joseph Moses Juran (pois é, ele não se chamava Pareto…o nome foi em homenagem ao economista italiano Vilfredo Pareto) prega que 80% dos problemas advém de 20% das causas. É algo como “a maioria das coisas que me causam dor de cabeça acontecem por alguns poucos motivos”. Sendo assim, só temos que priorizar a correção desses 20%. Simples, não!?

Nem tanto. Para procedermos assim, precisamos:

  1. Listar todos os problemas.
  2. Identificar a causa raíz de cada um.
  3. Pontuar os problemas (rankeá-los baseado nas consequências de cada um).
  4. Agrupar os problemas por causa raíz.
  5. Somar os pontos de cada problema.
  6. Agir!

Exemplo da análise de Pareto

Marcos é o novo gerente de uma oficina de carros. Ele chega no seu novo local de trabalho disposto a corrigir todos os problemas existentes utilizando a análise de Pareto (que ele aprendeu aqui, claro… :-) ). Ele lista os problemas da oficina, identifica sua causa raíz e aplica a pontuação:

Problema Causa raíz Pontuação
Os clientes reclamam do atendimento. Eles ficam esperando muito tempo antes de alguém atendê-los.  Poucos funcionários disponíveis  5
Muitos carros parados aguardando manutenção  Poucos funcionários disponíveis e pouco estoque de peças disponível  7
Alguns serviços procurados pelos clientes não são oferecidos pela oficina  Falta mão-de-obra especializada  3 (essa procura é esporádica)
Muito retrabalho (clientes que retornam alegando que o problema não foi resolvido). Funcionários alegam falta de tempo para uma bateria de testes adequada.  Poucos funcionários disponíveis  5

Agrupando as informações, ficaria assim:

Causa raíz Pontuação
 Poucos funcionários disponíveis  17
 Pouco estoque de peças disponível  7
 Falta mão-de-obra especializada  3

Analisando as informações coletadas por Marcos fica claro que a maioria dos problemas advém da falta de funcionários. Com posse dessas informações ele pode pensar na contratação de mais um ou dois funcionários (talvez até com amão de obra especializada citada). Lembrando que a análise de Pareto não inclui valores, isso é feito pela Análise de Custo/Benefício.

Podemos estender esse conceito para outras decisões que a resolução de problemas:

– Uma loja pode se concentrar em ter os 20% de produtos que geram 80% da receita.

– Um banco se concentra nos 20% dos clientes que têm 80% do $$$ (que inveja! :-) )

– A maioria dos acidentes fatais ocorrem com pessoas numa determinada faixa de idade.

– 80% de informação util encontrada na internet vem de 20% dos sites visitados (tá, essa observação eu adicionei sem fundamentos científicos, reconheço…mas…alguém discorda?)

Até o próximo artigo!

Fontes: http://www.mindtools.com/http://pt.wikipedia.org/ (Wikipédia sim, e daí!?)